26 de janeiro de 2010

A introdução da definição de raça nas propostas curriculares brasileiras - a lente da nova lei e os olhos dos alunos - José Norberto Soares - PARTE II.pdf

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A introdução da definição de raça nas propostas curriculares brasileiras - a lente da nova lei e os olhos dos alunos - José Norberto Soares - PARTE I

(ESSE RESUMO FOI RETIRADO DA DISSERTAÇÃO DO AUTOR - defendida na Universidade de São Paulo - 2009)

Esta dissertação tem como objetivo analisar a recepção das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro- Brasileira e Africana, divulgadas após a lei 10639/2003, em uma escola de ensino básico no ABC paulista, e seu impacto nas aulas de História, uma das três disciplinas incumbidas de implementar o conteúdo proposto pelas Diretrizes. Ela faz uma análise crítica da introdução de conceitos multiculturais adaptados do racialismo normativo anglo-saxão, que estimulam a noção de pertencimento a comunidades étnicas ou grupais particulares dentro do corpo social. Tal análise crítica parte da constatação de que este movimento entra em choque com a concepção universalista que norteou o ensino público brasileiro no século XX, e desconsidera conceitos e formas de pensamento dos alunos que, embora trabalhados na escola, são anteriores a ela. A introdução de novos conceitos e práticas, como proposto pelas Diretrizes, é alvo de uma reflexão que situa suas origens e investiga seus desdobramentos nas salas de aula. O campo da atual pesquisa é uma escola pública em Santo André na qual, através de questionários, procurou-se traçar um perfil dos alunos da última série do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, investigar suas expectativas de vida escolar e profissional e como relacionam mudanças e permanências no trânsito entre a escola, a família e a sociedade mais abrangente. A região do ABC foi a primeira grande concentração industrial de produtos de consumo do país, e os alunos da escola pública são filhos e netos de trabalhadores urbanos e industriais. Para eles a principal preocupação é o ingresso no Ensino Superior, bem como a sua inserção no mercado de trabalho. Eles relacionam a continuidade dos estudos com a ascensão social, e para eles a escola permanece um local de exercício da igualdade, uma base comum de onde se pode planejar e almejar o passo seguinte que os levará ao sucesso profissional. Aproximadamente metade dos alunos relatou que já foi vítima de algum tipo de preconceito, porém apenas uma pequena parte por cor ou raça. A grande maioria dos alunos desconfia dos discursos de diferenciação e, simultaneamente, mostra uma categórica rejeição às mais diferentes formas de preconceito; muitos enxergam a classificação racial como mais uma delas. Conclui-se que a percepção de preconceitos existe, e que eles se manifestam tanto dentro como fora da escola, porém esta continua a ser vista como a base comum na qual os mais pobres apóiam sua possibilidade de ascensão social. Os alunos reproduzem na escola as expectativas familiares e sua história e, naquele lugar específico, não são diferentes. Eles são indivíduos singulares, mas, como alunos da escola pública, continuam a manter o princípio básico de igualdade, apesar das tentativas de diferenciá-los no seu interior. Para o multiculturalismo normativo, a igualdade é o resultado da soma das diferenças. Esta pesquisa verificou que, para os alunos, a escola pública ainda é um lugar para o exercício da igualdade, e não um laboratório que sintetize tal soma por determinação legal.

LINK PARA BAIXAR:

Representações sociais e a construção da cosnciencia histórica - Ronaldo Cardoso Alves.pdf

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23 de janeiro de 2010

A MÚSICA CAIPIRA EM AULAS DE HISTÓRIA - QUESTÕES E POSSIBILIDADES - Edilson Aparecido Chaves.pdf

//www.4shared.com/file/205402960/c038b1a5/A_MSICA_CAIPIRA_EM_AULAS_DE_HI.html 

MOTIVAÇÃO ESCOLAR E O LÚDICO: O JOGO RPG COMO ESTRATÉGIA PWDAGÓGICA PARA O ENSINO DE HISTÓRIA - Eli Teresa Cardoso.pdf

http://www.4shared.com/file/205384863/50edae8d/MOTIVAO_ESCOLAR_E_O_LDICO_-_O_.html

USO DA IMAGEM NAS AULAS DE HISTÓRIA - Ricardo Barros.pdf

http://www.4shared.com/file/205375928/987d2882/USO_DA_IMAGEM_NAS_AULAS_DE_HIS.html

O USO DO LIVRO DIDÁTICO DE HISTÓRIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: A RELAÇÃO DOS PROFESSORES COM OS CONCEITOS PRESENTES NOS MANUAIS - JAQUELINE LESINHOVSKI TALAMINI.pdf

http://www.4shared.com/file/205350951/e3fea5b3/O_USO_DO_LIVRO_DIDTICO_DE_HIST.html

O SIGNIFICADO DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NA EDUCAÇÃO HISTÓRICA DOS JOVENS QUE ESTUDAMNO ENSINO MÉDIO - Marcelo Fronza.pdf

http://www.4shared.com/file/205320890/8bae6c0e/O_SIGNIFICADO_DAS_HISTRIAS_EM_.html 

SOFTWARES E O ENSINO DE HISTORIA: ELEMENTOS PARA UMA ANALISE DIDÁTICA - Marcio de Fatimo Tomaz.pdf

http://www.4shared.com/file/205266187/18b7d9da/SOFTWARES_E_O_ENSINO_DE_HISTOR.html

O LABIRINTO DA EPISTEMOLOGIA E DO ENSINO DE HISTORIA: UM ESTUDO EM RECIFE - Maria do Carmo Barbosa de Melo.pdf

http://www.4shared.com/file/172181109/654a81f1/O_LABIRINTO_DA_EPISTEMOLOGIA_E.html 

DIDÁTICA DA HISTÓRIA: PERCURSOS DE UM CÓDIGO DISCIPLINAR NO BRASIL E NA ESPANHA- Ana Claudua Urban.pdf

http://www.4shared.com/file/172181107/82f2acf6/DIDTICA_DA_HISTRIA-PERCURSOS_D.html 

CONCEPÇÕES DE PROFESSORES E ALUNOS SOBRE SIGNIFICÂNCIA HISTÓRICA: UM ESTUDO NO 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO - Maria Olinda Pereira alves.pdf

http://www.4shared.com/file/172181103/859f68ef/CONCEPES_DE_PROFESSORES_E_ALUN.html 

AS FONTES HISTÓRICAS PROPOSTAS NO MANUAL E A CONSTRUCÇÃO DO CONHECIMENTO HISTÓRICO - Maria Gorete Moreira.pdf

http://www.4shared.com/file/172181102/f2985879/AS_FONTES_HISTRICAS_PROPOSTAS_.html 



A SELEÇÃO DE CONTEÚDOS DE HISTÓRIA POR PROFESSORES DO ENSINO MEDIO-Janete de Fátima Barause Neri.pdf

http://www.4shared.com/file/172181101/6b9109c3/A_SELEO_DE_CONTEDOS_DE_HISTRIA.html 

A FORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA HISTÓRICA COMO OBJETIVO DO ENSINO MEDIO

 http://www.4shared.com/file/172181100/1c963955/A_FORMAO_DA_CONSCINCIA_HISTRIC.html